Durante anos, a comissão do João desaparecia no dia a dia: restaurante, parcelas, compras pequenas, cartão, uma viagem, despesas que não estavam no plano. Nada de errado nisso. Só que, num mês de fechamento de metas, ele olhou o extrato e percebeu uma coisa incômoda:
"Minha renda aumenta. Meu patrimônio, não."
Então ele mudou a pergunta. Em vez de perguntar "o que eu consigo comprar este mês?", começou a perguntar:
"O que eu posso construir nos próximos anos?"
Foi aí que o consórcio entrou como ferramenta de planejamento: uma parcela mensal fixada em uma base conservadora de renda, um grupo com regras públicas e uma carta de crédito para um objetivo definido. Sem juros de financiamento, com taxa de administração, e com contemplação por sorteio ou lance, sem data garantida.

